Adolescentes e namoro

Surto sobre um relacionamento em potencial!!!

2020.10.21 01:28 grunge-witch Surto sobre um relacionamento em potencial!!!

Vamos lá: Eu já tô falando com a S há 1 mês. Conheci ela em um app de relacionamentos. De primeira deu um super match e passamos todos os dias conversando por horas! Pedi o número dela e a coisa começou a mudar. Áudios de meia hora e calls começaram a rolar todo dia até que finalmente saímos juntos!!
Foi super fofinho, andamos de mãos dadas, demos uma volta pela cidade e depois fiquei um tempo na casa dela mas não rolou nada demais.
Foi de uma amizade em potencial pra algo mais não definido. Até nos declaramos falando que gostamos muito um do outro várias vezes.
E agora tá muito coisinha de historinha adolescente. Fazemos call todo dia, recomendamos musiquinhas românticas um pro outro, fazemos poeminhas românticos um sobre o outro, ficamos o 1º rolê inteiro grudadinhos de mãos dadas, já tem até apelidinho um pro outro e eu até conheci a mãe dela!! (e ela quer conhecer a minha)
Agora vamos sair domingo! E ainda marcamos de recitar um para o outro um poeminha que vamos passar a semana fazendo
Mas aí eu tô meio em conflito. Tá todo mundo que conheço achando que eu devia pedir ela em namoro. Que isso já é um namoro, só não tem esse nome ainda.
Mas eu não sei!
Eu gosto muito dela! E quero muito namorar ela! E até quero pedir mas fico inseguro com a minha falta de experiência no assunto. Não é meio cedo? Só 1 mês que nos conhecemos, ainda nem rolou beijinho olha isso, ainda é um relacionamento bebê não tá na hora de pedir em namoro né? Ou tá? Não sei o que fazer nunca fiz isso aí help!!!!!!
Pensei em pedir no domingo, depois dos poeminhas, mas ainda estou em conflito. Para os seres mais experientes daqui, o que eu devo fazer?????? Sigo meu coração ou minha insegurança está certa?
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2020.10.21 01:06 Martyrer666 Eu me odeio

Vim aqui só desabafar mesmo. Tenho 20 anos, tenho uma condição financeira boa, nada a reclamar. Mas eu me odeio. Tenho 1,60 e tenho uma testa enorme, eu não consigo me olhar no espelho, me acho horroroso. Odeio qualquer parte do meu corpo, como que pode um homem ter 1,60? Eu sou uma aberração. Namoro uma garota linda há alguns anos, mas sei que isso não é para sempre e um dia vai cada um pra um lado. Ela me conheceu quando éramos adolescentes, eu até que era bonito, mas hoje em dia a coisa tá feia pro meu lado. Não consigo aceitar meu futuro, quando a gente terminar eu provavelmente vou ficar sozinho para sempre, ninguém vai querer uma aberração como eu. As vezes eu penso em terminar com ela pra poupar ela desse tormento que é ficar com alguém que nem eu, aceitar minha realidade logo, sabe? Enfim, é isso. Por incrível que pareça, não sou ciumento e nem inseguro, não encho o saco de ninguém, sofro sozinho e guardo tudo pra mim, ngm tem nada a ver com meus problemas. É isso.
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2020.10.20 03:53 Control-Much Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

Geralmente eu não sou um cara de pedir auto-ajuda, sinceramente esse é meu primeiro post aqui no Reddit, (acredito que já lurkei o suficiente) a real é que eu fui abusado pela amante do meu pai bem novo. (ela tinha 24 e eu tinha 8) isso se perpétuo até meus 13 eu acho com isso a infame desgraçada além de enfiar o dedo no meu rabo conseguiu me transformar em um garoto bem introvertido e quieto, logo, um punheteiro bem novo ela conseguiu me “depravar” bem novo fazendo eu me tornar uma batata social que vivia em função de realizar os desejos pedófilos dela, na real é que eu me sinto culpado por gostar disso além dela ser amante do meu pai e morar na minha casa como se fosse filha da minha mãe (ela simplesmente agiu como santa para ser acolhida pela minha mãe, a mesma tratava ela como minha irmã) logo isso me fez desenvolver vários problemas como fobia social e problemas de insônia pós ela fazia questão de me “felar” a noite assim quando bem entendia, eu geralmente falava não e que ela não podia fazer aquilo comigo então ela tampava minha boca com a mão e continuava.
A longo prazo isso me ferrou de diversas formas tanto nos meus relacionamentos, quanto na vida social e profissional. Além deu ter ereções aleatórias, isso não parou nem depois da puberdade. Eu sou um viciado em pornografia e sexualizo coisas simplesmente não saudáveis, claramente minha mente se tornou perturbada depois daquilo, mas eu nunca desenvolvi um quandro mais sério quando eu era novo, não comparando do que eu desenvolvi uns anos para cá.
Bom, assim que eu cheguei nos 14 e arrumei minha primeira namorada é que eu tive uma epifania, a primeira é que minha vó é uma arrombada (ela simplesmente impatou a minha primeira foda porque minha mãe pos ela de babá para não deixar eu meter o boneco na menina, depois que minha vó expulsou ela da minha casa logo depois essa garota terminou comigo) a segunda é que minha vida não tinha muito sentido as pessoas me usavam para ter o que elas queriam seja prazer momentâneo, objetos, serviços ou apóio moral e logo depois me descartam como um trapo velho, isso tudo veio junto com a morte do meu tio com 42 facadas na barriga, querendo ou não meu tio além de um grande cheirador de coca, era um dos meus melhores amigos (Ele me mostrou jogos online, lan houses, amigos, e cuidava de mim verdadeiramente sem pedir nada em troca além de um dinheiro para ele comprar um saquinho da fininha as vezes) Ele simplesmente curou minha fobia social e fez eu ter a infância que eu tinha perdido por ser um escravo sexual sem amigos de uma deposito imunda que nunca se importou comigo.
Assim que ele morreu meu mundo desabou foi a primeira experiência com a morte que eu tive, logo de alguém tão próximo, isso me quebrou de diversas formas.
Com isso veio a inevitável depressão eu literalmente só existia para um propósito merda, eu comecei a fumar cigarro para passar a ansiedade bem novo com 15 eu já fumava os “diversos” aquilo me trazia a sensação de leveza, mesmo que fosse uma paz momentânea, era como se meu cérebro parasse de “autistar” (eu sou hiperativo) mesmo eu queimando cada sinapse cerebral que eu tinha, aquele amargo na boca me deixava calmo.
Meu vício e depressão perduraram até um webnamoro merda que eu tive em que eu acreditava que era a “garota perfeita” pura ilusão de um emocionado eu realmente pensei que eu poderia vê-la, ter uma família com ela, conseguir consertar as merdas que eu fiz para mim mesmo e começar a amar o falo ambulante que as pessoas acham que eu sou, eu simplesmente dei tudo para ela e durante os primeiros 7 meses foi tudo ok, era muito amor e muita consideração minha, pois eu sou um cara muito “good guy”, ela tinha uma depressão bem forte por conta do pai abusivo e da mãe ausente (o pai dela é pastor e espanca os filhos, fica bêbado, vive na degeneração, bolsominion) esses pontos que geraram uma “femcel” esquerdista e bissexual.
Ela era fofa, eu achava que estava apaixonado, mas como todos os meus namoros ela só meu usou porque não tinha nada melhor. E me trocou por um ex paulista “femboy” que exigia nudes dela e a travata como lixo, simplesmente eu me sentia muito culpado, pois eu tinha me iludido em algo que claramente não tinha futuro, mas eu sou extremamente carente então o melhor encantamento para me levar no bolso é dizer que me ama, independentemente da circunstância, literalmente ela dizia coisas para eu me sentir horrível comigo mesmo e logo depois dizia que me amava, eu me sentia abraçando um cactu mesmo que não fosse de “verdade” era a primeira vez que alguém falava que me amava, eu entrei em pânico, mesmo eu sabendo cada segundo que aquilo não era o certo a se fazer e eu estava regredindo.
Querendo ou não ela me ajudou a superar uma fase da minha vida, mas eu nunca parei de me sentir um objeto. Na real eu ainda tive mais certezas disso eu simplesmente sou um dildo de plástico que estou na gaveta para quando elas não têm ninguém. (não eu não me considero bonito, longe disso eu to mais para brasileiro morador de periferia padrão)
Logo depois disso eu quis adiar o problema e começar a sair mais com meus colegas e meu primo começou a morar aqui por volta de 3 meses foi tudo tranquilo até que fomos num “hokah” (buteco adolescente) nós juntamos lá, eu comecei a beber até que perdi a inibição e comecei a ir em toda mulher que eu via pela frente igual um macaco, a primeira me achou simpático e me puxou pro canto quando tudo já ia dar certo um colega me barrou dizendo que ela já tinha “dono”, eu ri e meti um “a gente divide, né pae” meu colega riu muito, por ele conhecer ela a mais tempo eu decidi não “profita-la”, mesmo com ele não conseguindo pegar ela depois, por pura consideração pelo cara, eu fui em outras 6 depois dessa e tomei fora de todas e ganhei um apelido de 7.
Na real é que as garotas agora me viam como uma piada que está lá para quando inflar o ego delas para quando elas precisam, tradução literal: “esquento para um babaca com grana comer”. Esse foi um dos momentos mais WTF possíveis na minha vida se não fosse a briga com meu primo que rolou depois. Ele ouviu o que eu tinha comentado com o meu colega e como as pessoas gostam de me oprimir inventaram uma história vergonhosa sobre meus foras para parecer herói na frente no irmão do meu melhor amigo, e como o resto dos meus amigos de infância babam o ovo do meu primo eles literalmente concordaram com ele criando 3 histórias diferentes do ocorrido literalmente forçando que eles eram “os heróis que salvaram o pequeno betinha de ser cobrado na saida do butequinho”, além do meu primo viver se achando o bonzão ele era um gigolô da porra em casa e só aproveitava não dando uma foda para minha mãe, sendo que ela fazia das tripas coração pro arrombado ele nunca tratou ela do jeito que ela merecia, eu cobrei a mentira que ele inventou e simplesmente fui contra toda a minha rodinha de amigos sendo fraco e falho.
Eu não deixei ele falar toda aquela merda sem ter penalidades, mesmo implorando para ele parar de falar e párarmos de discutir, ele veio para cima eu dei um no queixo e na orelha.
Foi o suficiente para deixá-lo katinguelê, então ele me ameaçou de pegar uma faca para mim, então eu quebrei uma bacia de vidro e com a mão e com os cacos sagrando na minha mão eu falei “tu meu irmão, que viveu a vida toda comigo, vai me furar, na nossa casa, com a nossa família aqui, NA MINHA CASA?”. Além de jogar umas coisas na cara dele porque ele merecia.
Foi o suficiente para minha mãe expulsar ele de casa, meus amigos acharam que eu armei para ele e a pessoa que literalmente passou 16 anos da vida ao meu lado meu melhor amigo chupou o ovo do meu primo, vendo tudo que ele diz como verdade absoluta.
Mais cedo ou mais tarde íamos brigar eu acabei de brigar com outra pessoa que viveu a vida toda ao meu lado, isso para mim, é frustrante porque literalmente eu sou dependente de toda emoção positiva que as pessoas têm por mim, ele usou o argumento que eu sou “mimado” por não ter nada da forma que eu quero, mesmo eu saindo errado em tudo quase sempre. Esse argumento ele valida falando que “eu tive tudo na vida agora não aguento perder”, eu esqueci de falar que a amante do meu pai antes de ser pega pela minha mãe roubou todo o dinheiro do meu pai e sumiu do mapa.
Meu pai trabalha no comércio então com a crise, inflação, copa do mundo, carnaval e covid. A gente sempre passa um aperto aqui e alí.
Eu simplesmente sou muito sensível a essa merda eu não sei porque esse padrão aleatório de merda me segue e eu não consigo ser feliz, ou do porque eu me importar com isso.
¹Edit: eu comecei a gostar de trans então a tampa do bueiro leva ao esgoto, por isso eu to aqui. ²Edit: eu me sinto sozinho e vulnerável ³Edit: eu sinto que a minha solução seria uma pessoa que sofreu tanto quanto eu para me entender verdadeiramente. ⁴Edit: esse post é frescurento para um caralho, pois eu sou horrível contando algo então essa merda parece pura frescura, mas foi traumático cada segundo ⁵Edit: apanhei para caralho na escola quando era muleque por ser esquisito ⁶Edit: minha irmã não me suportar e tentou me matar usando um iPhone 6 plus, ela quebrou ele na minha cabeça 8 (pontos). ⁷Edit: tentei me matar usando cabo de extensão no box do banheiro e pulando de uma cachoeira.
⁸Edit: é minha primeira vez sendo op aqui, não tenho muito experiência.
Also, acho que embananei essa porra para caralho e não cheguei em lugar nenhum, mas eu precisava de um lugar para postar essa merda sem polimentos com esses pensamentos abstratos antes que eu comece a chorar pelo quão random essa merda de vida é.
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2020.10.18 20:31 marvinpls Webnamoro que possivelmente poderia ter dado certo

Em 2012 conheci uma pessoa, darei o nome de A.
A. devia ter mais ou menos 17 ou 18 anos, e eu, um jovem gafanhoto de 15 ou coisa assim. Conheci a A. numa live de jogos, época que ainda existia a twitcam (quem lembra?), e o "streamer" (nem existia essa profissão na época) falou que tinha uma menina no chat solteira (de brincadeira). Obviamente dezenas de nerds colaram no perfil dela do twitter, e começaram a tentar flertar com ela.
E eu, um moleque nada original, também fui fazer o mesmo. Cara... (kkkkkkkkkk!!!!!!!!) como o tempo passa né? coisa estranha demais lembrar disso. Eu fiquei obcecado pela menina, sei lá. Eu via as paradas que ela postava e o jeito dela, e nunca havia encontrado ninguém assim (claro que não, afinal eu tinha 15 anos e só jogava na internet). Mas até hoje, acho o tipo dela muito diferente das demais (não do tipo "not like the other girls") mas um tipo de garota estranha que fala o mesmo nível de merda que eu naturalmente falo. Pra ser sincero, o meu tipo de garota é justamente alguém mais próximo dela, mas é realmente muito difícil encontrar alguém assim.
Como se não bastasse, a garota era linda demais. Digamos, uma das garotas mais bonitas que já vi (ainda acho isso nos meus atuais 22 anos), e ela morava em outro estado, do tipo muitos estados longes hehehe. Enfim... meu papo de merda deu certo, não lembro exatamente como começou nossa aproximação, mas lembro que eu era o cara que ela ia desabafar por conta de um namoro merda que ela andava tendo (com um tal de C.)
Esse C. era o cara mais chato que já vi na vida. Além de não parecer EM NADA com ela, ele era distante da garota, até onde lembro. Ele investia toda a grana do salário dele em som automotivo (sem meme), e cagava pro namoro.
Ela chorava bastante, e eu ficava horas e horas em chamada com ela por skype conversando sobre bobeiras em geral. O tempo passava, foram mais 2 anos acho nessa brincadeira, até que por um ciúmes bobo ela parou de falar comigo.
Nosso relacionamento era muito baseado no twitter, compartilhávamos e falávamos sobre mutia coisa em comum, e eu claramente estava perdidamente apaixonado pela garota. Numa época aí de fã clubes e não sei quê, algumas garotas de outros estados foram me seguindo também pra trocar ideias (sem maldade), e essas novas amigas fizeram com que a A. se afastasse de mim por achar que eu não quisesse mais ela. Não sei porque, vocês podem me perguntar, eu não fui atrás dela. Sei lá, parecia que eu estava confortável, e tinha achado uma bobeira tão grande dela se afastar, que não achava que fosse tão sério.
Semanas se passaram, e a A. nunca mais falou comigo direito. Tem muito mais coisa, mas realmente não lembro como essa amizade ou webnamoro foi se desfragmentando, pq pensávamos em viagem (com 16 ANOS!!!!! irreal demais, pqp) namorico, etc. Pelo menos eu acho que era, sei lá. Talvez houvesse a chance dela só me considerar um grande amigo, e eu estivesse enviesado como homem de achar que ela realmente era afim de mim. Não sei.
Agora vem a parte engraçada
Eu nunca esqueci seu nome. Meus amigos acabaram virando colegas dela também pq de alguma forma que não lembro, ela chegou a conhecer eles. Então eles acompanham ela nas redes sociais, mas eu não mais. Lembro que eu tinha me afastado a ponto de querer esquecer ela mesmo, e ela o mesmo de mim. Hoje com a cabeça mais madura, teria feito tudo diferente. mas ainda acho webnamoro algo irreal demais.
Basicamente ela está namorando um cara do RJ (já tem um tempão já). Estado na qual eu moro também. Quando descobri isso (por amigos) fiquei de cara. Não fiquei com ciúmes, triste, inveja, nem nada, mas tudo veio novamente na minha cabeça. Caralho, um cara do RJ? Sim, eu pensei no "e se fosse eu??????????".
Eu fiquei abismado por duas coisas: o quanto minha vida mudaria se eu tivesse namorando ela? e se desse tão certo a ponto de eu morar fora? eu ainda falaria com os meus amigos atuais? (que são meus melhores amigos), eu estaria em outra profissão?
Viajei, viajei demais. E o que me faz viajar tanto nessas questões é que não era uma parada extremamente difícil de acontecer. Claramente eram adolescentes decidindo coisas muito importantes e custosas, e que nossas perspectivas de vida iam mudar drasticamente ao chegar nos 20 e poucos anos. Mas digamos que éramos compatíveis em literalmente tudo, sabe? Enfim...
Não sou apaixonado pela garota nem nada, mas é uma história curiosa que penso vez ou outra. As vezes sonho com ela, e eu não sou nada esotérico ou coisa assim, então vocês podem dar as suas explicações mirabolantes que for pra esse tipo de coisa, alma gêmea, coisa assim.
Funfact: uma das paradas mais interessantes nesse rebuliço todo é que ela havia me apresentado uma música que eu não gostava a princípio, mas depois de alguns meses mudou totalmente a forma como me vejo e escutava música. Hoje em dia posso dizer que se ela não tivesse me recomendado aquela banda em 2012, eu estaria escutando mpb ou algo do tipo. Há 8 anos escuto o mesmo "gênero" (mais ou menos na verdade), e fico muito feliz com isso.
E vocês? tem histórias com webnamoro?
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2020.10.11 06:38 MalalaBR Tenho uma família tóxica?

Oi, pessoal!
Essa é a minha primeira postagem no Reddit. Decidi criar um perfil depois de procurar por conselhos sobre minha situação no Google e achar uma ótima postagem nessa plataforma.
Enfim, quero desabafar e também quero conselho de quem possa me ajudar.
Eu estava escutando um podcast sobre relacionamentos tóxicos e fiquei refletindo: será que tenho familiares tóxicos?
Vou explicar pra vocês o que ando vivendo.
Estou namorando com um carinha faz mais de 2 anos, um amigo de infância. A gente chegou a terminar mas reatamos um ano depois. Foi um tempo bem difícil sem ele, pois nos damos bem em todos os aspectos.
O motivo do nosso término naquela época foi a minha família. Minha mãe simplesmente não aceita o relacionamento e fazia um inferno desde sempre. Na visão dela, o meu namorado não é o suficiente para mim.
Eu sou o orgulho da família: uma pessoa recém-formada em um curso "promissor" e esperando as coisas acalmarem (pandemia) para começar em um trabalho que tenho garantido. Mas mesmo assim, ela acha que vou "me perder" por conta desse namoro. Em parte eu entendo, pois ela casou cedo e engravidou muito nova (aos 16) e anos depois se divorciou. Mas eu não sou ela e não terei o mesmo destino: já tenho 22 anos, não penso em filhos e muito menos casar tão cedo (talvez seja um reflexo).
O meu namorado é vestibulando, pois se atrasou um pouco nos estudos por conta de questões familiares: ele não tinha apoio de ninguém. Eu entendo perfeitamente a situação em que ele está e enxergo todo o esforço dele para passar no curso dos sonhos. Tenho certeza de que ele conseguirá, pois estuda diariamente para isso.
Contudo, minha mãe não enxerga isso. Apenas vê uma parte dele: desempregado e vestibulando. Ela acha que ele é um vagabundo. Mas ele não é, pois ajuda o pai no trabalho sempre quando necessário e ganha alguns trocados.
Importante dizer que sou a mais velha dos filhos. E mais importante ainda dizer que o meu irmão mais novo jamais foi julgado como eu por estar com alguém que ama. E meu irmão não é bem um exemplo: não gosta de trabalhar, sempre teve um desempenho medíocre nos estudos e pede dinheiro a minha mãe sempre. Gosta de vida fácil. Já cheguei a pagar uma fatura do cartão de crédito dele porque ela me pediu. Já dá para entender que ela tem um favorito, né?
Esse desabafo vem depois de um episódio de uma piada de mal gosto e bem inconveniente: meu namorado estava aqui em casa (estou morando em uma cidade pequena com casos controlados da COVID) e eu me levantei para tomar um banho. Assim que saio do banheiro, meu irmão e minha mãe estão na sala de estar e começam a tirar onda da minha cara, perguntando de uma maneira jocosa se eu havia transado com ele (pois estávamos sozinhos por alguns instantes).
Eu não acreditei naquilo.
Respondi que não tinha dado liberdade a nenhum dos dois para me perguntar algo tão íntimo e sai da sala. Ao sair da sala, escuto minha mãe dizer que aquele assunto era de interesse dela. Rebati que não era, pois era pessoal. Ela respondeu dizendo que se algo acontecesse comigo, iria para as "costas dela". Ou seja, se eu engravidasse, ela quem iria ficar responsável por tudo.
Ledo engano. Eu faria de tudo, mas não pediria um centavo. Gosto da minha independência, estudei para isso. Só estou aqui, nesta cidade pequena onde ela mora, por conta da pandemia, mas logo mais voltarei para onde tenho um emprego na manga. E meu namorado com certeza não ficaria de braços cruzados, ele mesmo me disse que enxugaria gelo para sustentar um eventual filho.
Esse foi só um dos inúmeros episódios. Falar sobre todos daria um livro. Já fui chamada de tudo, menos de santa por manter e reatar esse relacionamento. Ela já passou duas semanas sem falar comigo por conta de uma briga que tivemos, e durante essa briga o meu aniversário passou em branco: não me desejou um simples parabéns. Enquanto isso, meu namorado fez de tudo para ser um dia especial, mas percebeu a minha tristeza naquele dia. Um verdadeiro inferno!
Desde que cheguei nessa cidade, para ficar com ela durante a pandemia, sofro com isso. Cada visita do meu namorado (que até evita vir aqui) é um sufoco.
Realmente não entendo esse comportamento. E não acho que sou uma adolescente que é cega pelo namorado, sei que sou nova, mas não tenho mais idade para ser tão boba. E não é a primeira vez: para ela, nenhum namorado meu era bom o suficiente.
Eu sinceramente acho que essa aparente preocupação da minha mãe vai bem além disso. Estou tentando levar ela ao psicólogo, mas ela se nega. Acho que ajudaria bastante para que ela enxergasse todos os comportamentos tóxicos não só comigo, mas com minha irmã mais nova (quem xinga e grita todo dia) e com o namorado dela também (que é feito de gato e sapato!). Ela realmente precisa de ajuda.
A minha utopia é de uma convivência pacífica: que meu namorado possa vir almoçar em família em um dia de domingo, participar de aniversários e churrascos, mas como falei, hoje isso é apenas uma utopia.
O que vocês me aconselham a fazer? A sinceridade é bem-vinda e agradeço a todos de bom coração!
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2020.10.07 01:30 Emma_2703 N sei oq dizer exatamente

É só um draminha adolescente ent n precisam ligar k
Tinha um menino q eu nunca tinha conversado nem nada, mas de repente alguns amigos "nos apresentaram" e até q ficamos bem próximos, comecei a meio q gostar dele mas tudo normal né, só q ontem tive um sonho em que ele falava q sabia q eu gostava dele e q eu forçava d+ e tals, meio q me senti mal mas ok porém eu falei algo q o magoou, por mais q fosse um sonho me senti mal pq sou meio explosiva em brigas, e já falei coisas pra minha irmã q são meio q verdade mas de forma maldosa sabe, e fiquei realmente mal pq e se tipo eu realmente falar isso e magoa-lo, ou magoar outra pessoa da mesma forma? Sabe sei q é muito white girl problem mas n sei o q fazer. Fora q tenho medo q eu n goste realmente dele só esteja carente de afeto n só de namoro, mas de amizade ou familiar sabe? Alguém tem algum conselho? Ou qualquer coisa q ajude ? Me desculpa se te fiz perder tempo
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2020.10.04 16:31 111DarkGuy A mulher que eu amo tá com outro cara e eu tô me sentindo um lixo.

Eu entrei pra vida "adulta" faz pouco tempo, e sinceramente minha adolescência não foi das melhores ou das mais bem vividas, então não tenho tanta experiência com relacionamentos.
Alguns anos atrás, eu conheci essa garota, ela é tudo de bom... amável, carinhosa, esperta, bonita, sei lá. É uma pessoa que eu admiro em diversos aspectos diferentes. Ela mora um pouco longe de mim, mas a gente meio que "clicou" imediatamente. A gente se aproximou muito rápido e sei lá, tava tudo dando certo, nós éramos basicamente namorados, só faltava a gente se assumir. Até que por algum raio de motivo que nem eu nem ela lembramos mais, a gente brigou. Ficamos um bom tempo sem nos falar. Reatamos contato esse ano, e eu, trouxa, me apaixonei por ela mais uma vez.
Bom, ela falou que não sente o mesmo, que não busca relacionamentos no momento, que talvez um dia, bla bla bla. Basicamente, eu tava sentindo mesmo que ela tava um tanto bloqueada comigo. Lembrando que tô resumindo muito a história pra não fazer um negócio gigante e muito detalhista. Enfim, eu conversei com alguns amigos meus e eles me ajudaram a perceber que talvez eu estava colocando a carroça na frente dos bois e sendo muito "juvenil" na minha abordagem. E parando pra pensar nisso, realmente, eu tava indo muito pra cima dela com essa de paixão, amor, namoro, mas sei lá, ela não tá bem com o emocional muito bom nos últimos meses pra isso, não é disso que ela precisa de mim, no momento.
Então eu falei "Ok, vou lidar com isso como adulto", chamei ela pra conversar e expliquei que eu acho que fui muito apressado e desengonçado na minha abordagem, que de agora em diante eu vou ser um amigo e um suporte pra ela, porque acho que ela precisa mais disso, no momento. Sugeri que ela fosse em um terapeuta (porque sinceramente, ela tá precisando), basicamente, falei que eu vou deixar esse meu sentimental em standby com ela, por enquanto, porque sinto que não é a hora. Ela me agradeceu, falou que sente que agora nós estamos sendo honestos um com o outro, que sente que o "bloqueio" que ela tinha comigo sumiu.
Aí ela disse que tá gostando de alguém. Inclusive, eles estão praticamente namorando. Eu sei lá, eu tava pronto pra deixar meus sentimentos de lado, mas essa notícia foi um baque muito grande... ela me disse isso, e eu aqui, me segurando pra não ter ciúmes, não ficar triste, pra sei lá, ficar feliz por ela. O cara em questão é conhecido meu também, ele não é babaca, não vai tratar ela mal. Mas manos... Eu não consigo me impedir de querer que esse relacionamento dela dê errado... Eu to me sentindo extremamente culpado, e é horrível esconder isso dela, mesmo sabendo que é o melhor a se fazer, pra não gerar briga e tal. Eu me propus a agir como adulto nessa situação e não ficar com esse tititi adolescente de "Ah, eu gosto dela mas ela gosta de outro", mas caramba, é um negócio que dói demais.
Bem, por enquanto os dois estão só "se conhecendo", não têm nada sério ou coisa do tipo, mas eu to percebendo que isso vai pra frente e tal... E eu não posso, nem devo fazer nada a respeito disso. Basicamente, eu perdi essa. Como praticamente tudo na minha vida amorosa até agora, eu perdi kk e eu to extremamente mal.
Então é... agora eu tô todo fragmentado aqui, metade de mim quer que ela seja feliz, quer estar lá por ela se ela precisar, quer acompanhar a jornada dela na vida mesmo que só como um amigo. A outra metade quer só que aquele relacionamento dela dê errado, que a vida me dê uma chance que seja de fazer ela feliz, eu, sozinho. E eu sei qual é o jeito certo e qual o jeito errado de agir, mas agir do jeito certo é MUITO difícil e sinceramente, dos dois jeitos eu vou me machucar bastante.
Tem muita coisa dessa história que eu não contei por preguiça e por não querer encher demais de texto, eu também não sou livre de problemas emocionais (mas diferente dela, eu estou na terapia e me cuidando e tal), mas o ponto é que eu devo MUITO a essa garota por coisas do passado. Não é só uma random que eu consigo simplesmente superar e seguir em frente, é muito, muito complicado. Eu real me apaixonei pesadamente por ela e "superar" isso vai ser um processo difícil, demorado e doloroso, se não impossível.
Enfim, obrigado pros 5 que lerem isso, é nóis galera.
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2020.09.24 02:58 Quirky_Leadership351 Jardins do Imperador: Apresentação

Normalmente quando um livro é adaptado para a televisão ou cinema, nos surpreendemos com a forma que os personagens e lugares são retratados. Isso acontece porque ao lermos, imaginamos cada detalhe do livro a nossa maneira, o que nem sempre condiz com o que o autor tinha em mente.
Imaginamos como seria a fisionomia de cada personagem, a cor de seus olhos, altura, cor da pele, cabelo e tantos outros detalhes. Imaginamos também como seriam os lugares em que vivem, estudam, trabalham, e muitas vezes nos colocamos até no lugar desses mesmos personagens, como se estivéssemos dentro das histórias e vivendo cada situação descrita no livro.
E essa é a magia da leitura: poder imaginar cada detalhe de uma história. Existem livros que descrevem cada personagem e lugar, mas às vezes o que nós realmente queremos é criar cada um desses detalhes a nossa maneira. Imaginar que o personagem com o qual mais nos identificamos se parece exatamente como nós; que o interesse amoroso desse personagem tem a mesma aparência da pessoa de quem gostamos. Colocamos amigos e familiares no lugar de outros personagens da história, para assim nos sentirmos mais próximos e atraídos a essa fantasia.
No fim esse é o diferencial dos livros da saga “Jardins do Imperador”. Focados totalmente nos diálogos, os livros narram situações da vida dos adolescentes, mas dando a liberdade ao leitor de criar esse mundo a sua própria maneira. Momentos como festas, namoros, viagens, o primeiro amor e a primeira vez são descritos de forma que fazem com que o leitor se sinta lendo a sua série de televisão favorita. Nos dias de hoje, em que séries de televisão se tornam fenômenos rapidamente e tem uma influência tão grande sobre os jovens, livros que sigam esse formato podem ser exatamente o diferencial a atrair ainda mais jovens a leitura.
Afinal muitos deles estarão passando exatamente por essas situações, uma vez que o foco principal dos livros são pré-adolescentes que estão entrando nessa fase tão intensa que é a adolescência.
Mais do que entrando nessa nova fase, muitos estão entrando também nesse mundo da leitura, procurando histórias com que se identifiquem e que sejam fáceis de ler. Que pessoa aos 14 anos não fica feliz ao terminar seu primeiro livro e ver que o leu de forma tão agradável e rápida. Assim como qualquer primeira experiência, a leitura dos primeiros livros de qualquer pessoa tem que ser prazerosa e feita de maneira simples, gradativa, para que aos poucos a pessoa vá pegando gosto por essa arte que é ler e sinta vontade de explorar outras obras e autores.
Acredito que todos apreciarão essa obra, a lendo com os olhos de uma pessoa que está passando pelas mesmas situações descritas no livro. O primeiro volume da saga Jardins do Imperador já pode ser adquirido por R$6,90 pelo site da editora: https://www.editoravidgam.com/
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2020.09.20 06:03 Luscaraius Eu travo na hora de falar com pessoas.

Ainda sou adolescente, e meu problema principal é timidez, eu atualmente tenho tudo o que eu queria(um pc que rodasse a maioria dos jogos atuais), uma rotina boa(tô comendo saudável, n tenho mais vontade de comer doces, e ainda tô fazendo exercícios todo dia). Tudo q eu sempre quis, mas a timidez é o que me quebra Eu percebi que a coisa tava ficando séria quando eu simplesmente travei na hora de ir cumprimentar uma amiga de infância q eu gostava muito, eu geralmente evito falar com as pessoas, abro um server no discord e quero entrar em um chat pra falar com alguém, mas eu simplesmente travo, n consigo entrar no chat de voz. N me considero um cara feio, nem bonito, tbm n me interesso por bebida, transa ou namoro, mas eu simplesmente parei de querer falar com pessoas das quais eu n tenha intimidade, enfim, tô trabalhando nisso por um tempo.
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2020.09.15 03:47 Initial_Name85703 estou travando uma batalha interna cmg mesmo,

hi, tenho 17 anos e sinceramente eu não tenho mais forças pra continuar desse jeito.
meu teclado está horrivel mas tá ficando entalado e ...
desde cedo eu sempre fui uma criança muito tímida e em mais sensivel que as outras crianças, nunca fui de ter muitos amigos e eu realmente invejava todos que tinham muitos amigos, até amigos próximos q tinham muitos amigos antes de completar 14 anos minha mãe descobriu um cancer de mama, e pra ser bem sincero a vida vai desgastando com todo mundo, eu hj estou sem forças pra ajudar mimnha mãe, sou muito,muito apegado a ela mas eu senti muita saudade do que eu não vivi na minnha infancia, vontade de jogar bola. ter muitos amigos, sair pra beber cokm meus outros amigos adolescentes e com 15 anos eu arranje uma namorada que foi e [é bastante apoiada pelos meus pais (meu pai teve uma familia antes de nós e o filho mais velho dele é gay, isso sempre fragilizou o meu pai, apesar dele amar bastante ele) então era bastante incrivel, perdi minha virgindade com ela e vie e versa, mas na virada do ano de 2019 eu descobri q ela tinha me traido com outra pessoa, no desespero pra não ficar sozinho e voltar a ser eu mesmo, eu perdoiei, passando uns meses eu descobri outra, e outra, e outra que eu confirmei só recentemente, já trai ela, dps q eu descobri isso mas isso relamente não é pra mim,k enfim.
ela passava ferias inteiras cmg em casa e pela saude debilitada da minnha mãe ela sempre cuidou dela, bem mais que de mmim, no inicio de 2020 na virada do ano ela simplismente surtou e me fez passar um mico na frente dos meus familiares e eu passei por isso.
enfim, no inicio da quarentenaq ela veio passsar a quarentena cmg e foi muio bom, mas começou a ficar insuportavel a pessoa dela cmg, em uma noite nós estavamos conversando a luz das elestreas e ela perguntou sobre "se eu tinha vontade de fazer sexo a 3" disse que tinha curiosidade e tal mas foi isso,então ela passou semanas tentando convencer alguem a fazer isso conosco( ela é assumidamente bi) nunca liguei anto apesar da curiosidade, enfim cheou o dia 11 de julho era aniversario do meu avô em outra cidade e no´s fomos, chegando lá eu comecei a beber com os meus amigos e princicpalemnte o meu irmão, mas em um momento minha prima me chamou pra passsar batom nela pra nós irmos sozinhs pro quarto.
bom nesse ponto eu preciso voltar alguns anos pra contextualizar, eu namorava uma garota e ela era de outra cidade meu pai trabalhava fora então ele traza ela sempre q pode, não era um namoro assumido e era bem estranho mas nós estavams, mas minha namorada era muito próxima da minha prima, muito mesmo então eventualmente eu descobri q elas estavam ficando :)
ela namorava o primo da minha namorada ( game of thrones ) e um dia ela sumiu, e eu descobri q ela tinha traido o meu primo com outro cara, então eu me fiquei muito ruim, contei pro meu melhor amigo na epóca e ele espalhou a conversa, mas o namorado dela nunca soube
voltando, enquanto caminhava eu olhei pra tras e vi minha namorada vindo atrás de nós, soube, eu já imaginava oq ela queria, entrei no quarto e minha prma ficou de olhos fechados sentada eu olhei pra trás e ela estava no quarto me encarando quase me pedindo, então eu dei um beijo na minha prima, ela olhou pra minha namorada e elas comecaram a se agarrar na minha frente, minha namorada não disse nada mas minha prima dizia coisas como "tua boca e tão macia" "voces parecem sex education"e ela esfregava minha namorada então minha namorada diz "enfia.."eu exitei por um momento e ea pediu denovo e eu fiz, minha prima pediu pra parar e nós paramos, nos despedimos dali mas eu fui atras dela pra pedir desculpas e ela me ignorou e minha namorava pouco se importava, ela ficou com nó por um tempo e depois foi embora, no outro dia e fui na casa dela fazer outras cosas e eu aproveitei pra conversar melhor e ela disse q era melhor nós deixarmos esse assunto pra lá, viemos embora e na segunda feira eu encontro no twter dela ela dizendo q tinha sido estuprada por nós ,conou q tinha sido a força,etc...
poucos minutos dps minha mãe já sabia e enfim apartir dali meu mundo mudou, eu queria me defenderm mas eu não podia de jeito nenhum, ninguem me escutava, mnha mãe ligou pra cpnversar com ela pra saber de todo ocorrido mas eu não tava em casa tinha saido pra jogar volei, e o dia se passou, no outro dia meu pai levou minha namorada embora e eu fiquei só, minha mãe conversou com a minha prima por ligação e wwp,e no whatsapp ela escreveu" tia eu só fiz isso pq na epóca da #### eu estava me envolvendo com uma pessoa e ele simplismente contou pra todo mundo então eu queria q elesenisse como eu me senti" no tiwtter pouco tempo dps ela já estava debochado da situação "nâo vou denunciar #### mas eu vou destruir a vida social dele igual ele fez cmg :)" na verdade eram bem mas emojis de shitpost, e pra qualquer pessoa q se interessase ela contava a historia de debochava da situação, pouto tempo dps ela percebeu q tava falando algumas coisas dms e ela excluiu as postagens mas já havia se passado alguns dias e eu já tinha printado muitas coisas,minha famiia se duvidiu mas n durou muito lgo todo mundo estava do lado dela e com razão, não sou mais do tipo de ser merecedor de pena, ela disse q não queria mais falar do assunto e etc... passado um mes desde q eu tinha sido'CANCELADO" ela contou pra uma pessoa muito importante pra mim e eu publiquei o maximo q eu pud no meu tt tentando me defender, mas a essa altura eu já falava com umas 3 pessoas, ele ficaram irritados pq eu ainda falava daquele assunto e desde então tem sido ainda mais dificil sem eles, a mãe dela é umapessoa muito extrovertida com o resto da familia do tio q paga grades e grades de cerveja, enquanto nós somos bem mais reservados então naturalmente ele ficaram do lado dela,por causa do tratamento e traumas passados mamae tem depressão e por causa de tudo issso a depressão dela agravou e e la tentou e matar, mas nós somos mais reservados, soubemos puco tempo dps q ela tbm tinha tentado de se matar mas esssa n foi a °1 vez q ela tentou ela já disse no tt q já havia tentado se matar 60 vezes, e eu sei oq é querer morrer, desistir de tudo, se eu tentar me matar vai ser só a 1° tentativa e só mas ninguem se importaria ninguem quer ewscutar a minha versão e eu fico muito triste pq ninguem, ninguem sente falta de mm, me deixa arrasado pq quqando eu conto parece q isso é culpa da minha namorada mas eu sinto tanta falta dela, me deixca triste pq não é a 1° vez q ela difama alguem aleatoriamente, ela diz que odeia o cunhado dela por ser toxico,mas, toxico pq? não tem explicação o cara não sai nem do meo do mato, me sinto trise pq eu acho q tenho depressão mas eu acho tbm q seria desulmilde da minha parte achar isso assim, tbm repudio completamente assedio abuso estupro, tudo, tusdo issso e jogam um fardo desses ma minha costa, eu sinceramente não me matei pq é a minha mãe quem precisa de mim, eu simplismente odeio odeio odeio ela, e sinto muito se ela tiver depresssão mas eu não me importo mais , ela fez tudo isso e esperou o momento pra acabr cmg e ela conseguiu e ninguem vai querer simplismente abraçar minha causa, tbmme sinto horrivel pq parece que eu s´penso em im, mas toda vez q eu lembro disso me dá um peso mo meu peito. desculpa mãe mas eu não fiz isso.
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2020.09.09 22:37 TiaSayu Fui babaca por humilhar minha mãe depois dela ter contado o noivado surpresa que meu namorado preparou?

Yo Mina, Daijobu deska? ♥
Hoje vou contar mais uma desgraça da minha vida e tentar rir com ela pq realmente, tá complicado...
Vim aqui desabafar uma coisa que anda me machucando a cada minuto que passa. Minha mãe sempre foi uma pessoa difícil de lidar... O temperamento dela nunca se deu bem com o meu, e isso já causou muitas brigas e discussões entre nós duas. Uma vez já postei aqui uma outra situação entre nós duas (Acho improvável que alguém se lembre, estava em outra conta na época, mas tentarei repostar para quem queira ler.)
Enfim, sem mais delongas, vamos direto ao desabafo... Semana que vem será meu aniversario de namoro (12/09) vamos completar dois anos de namoro e tudo corria bem. Estávamos preparando nossos presentes e eu estava ansiosa por mais um Level up na relação. Lutamos muito para seguir com esse relacionamento fantástico, e dou graças a Deus por tudo ter dado certo. Somos felizes e tratamos um ao outro com muito respeito e carinho, e não deixamos de ser melhores amigos mesmo na relação de namorados (Não acredito nesse lance de ''há diferença entre amigos e namorados'' é muito melhor ser os dois em vez de escolher apenas um) Enfim, vamos direto ao ponto.
Minha mãe hoje (09/09/2020) veio até mim e me pergunta ''Você e o Carls (Não vou expor) Vão ser noivos?'' A reação que eu tive foi de choque e surpresa, meu pai e minha irmã tiveram a mesma reação e tudo ficou em um silêncio desconfortável.
Logo eu perguntei, incrédula: ''Ele vai pedir minha mão?..''
Depois disso minha mãe arregalou os olhos assustada, vendo que eu não sabia de nada sobre os planos dele. Eu, logicamente, me emocionei e desabei a chorar. Minha mãe, doce como sempre, disse: ''Pare de chorar e controle-se. Larga de ser tonta e pare de chorar'' Além de outros comentários calorosos para o consolo de minha pessoa. Nisto, meu pai interveio e falou: ''Você tinha que abrir a boca? Você achou mesmo que ela soubesse disso?'' e foi assim que tudo explodiu... Minha mãe estava sendo fria como sempre, ela nunca se importou com coisas que feriam meu emocional e psicológico, tudo na visão dela era ''banal'' e ''frescura'' e eu me cansei disso. Minha reação foi imediata e refutei ela de varias maneiras e isso se tornou uma briga feia. Ainda mantive minha educação, mas fui bem sincera e ela não gostou disso (Por que né, a verdade dói) e ela começou a envolver minha sogra e meu namorado, humilhando os dois para ver se conseguia ganhar nos argumentos que eu lançava. (Um detalhe importante... Quando eu estou prestes a discutir com alguém, sou bem linguaruda e irônica demais, isso de certo irrita qualquer um. Mas em nenhum momento a ofendi e nem disse nenhum palavrão, apenas disse algumas verdades que ela não gostou. Obviamente)
Como sempre ela apelou na presença do meu pai e se fez de coitada, saindo da discussão como vitima de uma filha má. Meu pai pediu educadamente para eu pedir desculpas, já que ''peguei pesado com ela''. Me neguei até o momento e não estou disposta a mudar de ideia só por que ela é minha mãe.
Não foi a primeira vez que ela estraga um prazer meu com sua frieza. Ela já errou comigo varias vezes e fui compreensiva em perdoar. Já eu, quando erro, só falta ser exposta para meio mundo e ser humilhada na frente de quem for; O que ela diz e faz, não é exagero na visão das outras pessoas (O que eu acho doentio de certa forma, por que não deixa de ser uma atitude toxica)... Ela pode destruir minha auto-estima e isso não costuma ser exagero por que né, ela é minha mãe e tals.
Na minha opinião não acho isso. Só por que é mãe ou pai não significa que eles tem o Direito total de fazerem exatamente o que querem ou falar o que querem e quando querem, e a criança/adolescente tem que aceitar e pronto. Eu posso ter sido errada em ser grossa e etc, mas eu realmente fiquei chateada pelo o que aconteceu e creio que toda menina (Pelo menos quase todas) teriam essa reação diante de uma resposta tão fria em um momento considerado especial na vida de uma mulhecasal. Meu namorado confiou nela para não contar e ela me faz isso? Além de ter sido um erro grave e um desrespeito com a nossa relação, ela ainda quis se justificar com frieza e grosseria? Eu realmente não deixaria isso barato e foi o que eu fiz.
Então... Fui babaca em fazer isso com ela?
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2020.09.07 00:12 withoutamission Nao entendo o tal do webnamoro

Serio gente, como isso funciona? Eu sempre vejo desabafo aqui de gente que webnamorava e tals E fico sempre me perguntando como isso funciona.
Tipo, quando eu era adolescente lá na época do Orkut cheguei a ter um perfil fake, que tinha uma namoradinha fake, e a gente trocava mensagens de amor e etc. Mas tanto eu quanto a moça que controlava o outro perfil fake tinhamos consciência de que aquilo era pulo role play. Eu cheguei a adicionar ela em off e a gente só conversava de boa. Eu não consigo conceber a ideia de pedir alguém em namoro e ficar apenas pelo virtual. E realmente se manter fiel e etc e tal. Enfim, me expliquem ai jovens
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2020.09.06 09:54 _moaclara Relacionamento e liberdade

Estive em um namoro de 3 anos, 3 anos de carinhos e fazendo de TUDO por aquela pessoa. Eu me sentia bem, muito bem com ele, era tudo incrível, menos as partes em quer brigavamos por eu estar nervosa pq minha menstruação não descia de jeito nenhum. Eu tenho motivos pra estar nervosa, da primeira vez eu tinha 15/16 anos e pela primeira vez no meu aniversário de 17 anos, eu fiz um teste de gravidez. Que menina sonha em fazer um teste de gravidez no dia do aniversário? Alguns meses depois aconteceu de novo, mas aquilo pra mim já bastava! De todas as vezes fazíamos promessas, deq nunca iríamos estar naquela situação de novo, mas aconteceu. Eu estava cheia, estava me acomodando com a situação, estava planejando largar o meu sonho de facul pra viver uma vida totalmente diferente do planejado com ele... eu não estava acreditando que eu estava fazendo aquilo. Depois de 2 meses da minha menstruação não descer, eu decidi dar um fim naquilo, mas eu sou uma completa covarde, fiz isso pelo celular. Eu fui a extrema de uma cuzona de ter feito isso assim, eu sabia q se fizesse isso, iria ceder e continuaria com ele agora, mas é isso. Eu contei pra minha mãe, ela concordou com o fim do relacionamento, estando do meu lado, que foi uma surpresa pra mim pq ela é sempre estourada com essas situações, ainda mais quando falei da minha menstruação, achei q ela viria com paus e pedras pra acabar comigo, estava esperando o pior, achei q ela desconfiaria de uma gravidez ou sei lá, pq até eu suspeitava. Eu amo muito ele, serio mesmo! Mas outras coisas além do sexo estava me incomodando, o fato dele não ter me apoiado no meu maior sonho, de querer viajar e fazer varias coisas, eu entendo o medo dele de acontecer algo cmg, eu tbm tenho medo, mas sem medo não existiria a adrenalina na hora de fazer algo, seria uma bosta! Mas é isso, terminei e em seguida veio o nervosismo, dias depois veio a sensação de liberdade, sabe qual liberdade? De poder me assumir quem eu sou. De todas as vezes que ele perguntava do pq eu ser defensora da causa lgbt, senpre respondi que era importante, e que era injusto todo mundo poder amar e ter uma relação heterossexual e isso parecer "comum" e os lgbts terem que sofrer por amar de "diferentes" formas, era isso também, mas desde os meus 12 anos de idade eu já sabia o que queria e o que amava também, mas sempre tive algum tipo de medo de falar pra ele o que eu sou! Eu to em fase de descoberta, não sei exatamente doq eu gosto e doq eu me vejo, mas ainda vou descobrir. Agora, depois de 3 meses que minha menstruação não descia(e sempre q eu falaca sobre um ginecologista com minha mãe, me dava medo dela achar q eu estava grávida, era o meu maior medo de estar mesmo), resolvi vir pra casa da minha avó q é bem distante da cidade onde moro. Assim, inicialmente tive uns surtos e pensei em varias formas de me matar, não vou mentir, ainda mais ontem que desceu uma gosma extremamente preta, fiquei muito preocupada. Mas agr ta ficando normal, e é isso. (SE VC É MÃE DE MENINA, SEMPRE ESTEJA DO LADO DELA, CONVERSA COM ELA, LEVA ELA A UM GINECOLOGISTA PRA ELA TIRAR TODOS OS TIPOS DE DUVIDA. MESMO QUE SUA FILHA SEJA UMA ADOLESCENTE CUZONA, SEJA AMIGA DELA, PQ ELA PRECISA E MUITO. NGM RESOLVE NADA SOZINHO). Meu maior medo agora, eu acho, é que ele encontre esse texto ou que me encontre em qualquer outro lugar sla... Eu não tenho me sentido triste com isso tudo do relacionamento ter acabado, sinto falta dele sim, mas não é algo extremo, estava mais preocupada com meu corpo doq com isso... mas fico temendo, será que vou sentir a dor depois?
É isso, esse foi meu desabafo, não espero que alguem leia ou sla, mas é que essa madrugada tinha muita coisa enrolada. Ainda bem que reddit existe pqp!
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2020.08.30 22:04 mixdixx família abusiva

Eu tô muito indignada com minha família. Desde que comecei a namorar (é meu primeiro namoro sério, estou quase noivando) comecei a perceber os comportamentos abusivos dos que moram comigo.
Começando que eu filha do meio, tenho 18 anos, meu irmão tem 21 e minha irmã 11, eu sou a que faz mais de 70% dos serviços diários domésticos, literalmente lavo a louça todo santo dia e nunca vi meu irmão lavar a não ser que eu tivesse morrendo (não deve ter acontecido mais de 2 vezes) e minha irmã de 11 é filha do meu padrasto isso a torna protegida de todos caso mandem ela fazer algo.
Contando que meu padrasto é o cara mais chato que eu conheço (eu não sou adolescente revoltadinha que não se conforma só porque é padrasto) eu sou na minha, mas ele pega muito no meu pé, me proíbe de sair pra casa das minhas amigas, não posso trazer meu namorado em casa, não posso dormir no meu quarto porquê ele dorme lá de propósito pra eu não poder, teve épocas que eu não podia carregar meu celular em casa, eu levava nos meus amigos pra pegar uma carga e voltar pra casa, meus irmãos perceberam e já falaram pra minha mãe que não é justo, porquê é realmente só comigo, ela só diz que é o jeito dele e devo respeitar.
Minha vó diz todo dia que sou gorda, que não sou moça por causa da minha cintura, que meu namorado vai me largar por isso e isso me machuca, faz mais de 8 anos essa rotina. Eu sempre percebi como é ruim, mas antes só aceitava.
Agora que meu namorado está comigo, me ajuda e me mostra como tudo isso me faz mal, todo esse ambiente já me fez desenvolver um ansiedade muito ruim, meus dedos estão frequentemente machucados, baixa auto estima de não conseguir tirar fotos e solidão extrema interna. Sempre fui sozinha e me senti assim.
Eu e meu namorado vamos fazer 6 meses em setembro, pedi pra minha mãe me deixar ir à praia com ele, eu dormiria lá e voltaria de manhã no outro dia, ela não pagaria nada, reforçando que tenho 18 anos, não trabalho ainda, ela não deixou. Disse que minha vó só pensa em besteira e vai gritar na cabeça dela, minha vó está sempre gritando com todo mundo (acho que ela tem problemas mentais reais).
Eu tenho que me privar sempre de tudo por causa da minha família, isso tem me deixado muito revoltada, apesar que não grito, não xingo, nem nada do tipo, eu geralmente só aceito e guardo. Eu não sei se devo parar de me importar com todos aqui e começar a viver minha vida ou espero até um milagre acontecer e eles mudarem. Estou cansada real.
Meu namorado é a melhor pessoa que já conheci, tenho certeza que estarei casada com ele em menos de 2 anos, ele me ajudou muito nas questões de culpas que eu sentia por minha família (eu achava que se eu achasse ruim com eles pelas coisas que faziam, era culpa minha) me ajudou a me aceitar e a melhorar minha alto estima e eu queria muito que nossos 6 meses fossem muito especiais. Eu nunca fui a praia e ir com ele seria muito incrível.
Por fim eu não sei se continuo me privando pra não brigar com eles, ou começo a viver de forma que me faça feliz.
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2020.08.20 10:04 gaicoz5 Sinto que meu relacionamento está por um fio

Tenho um namoro de 5 anos e na maior parte do tempo foi um relacionamento perfeito cheio de cumplicidade e carinho. Porem ha alguns meses tenho notado que minha parceira esta cada vez mais distante e a cada dia se comunica menos comigo e esta cada vez mais monossilabica em nossas conversas.
Nunca brigamos ou discutimos, muito menos terminamos , porem ela era muito carinhosa e atenciosa e agora ela esta totalmente indiferente a mim sinto que ela se incomoda com meu abraços e beijos. Estou começando a me sentir muito mal com essa situaçao , ela ainda faz questao de estar comigo com frequencia mas sinto falta de como as coisas eram. Nao sei se por algum motivo estou carente ou sensivel , ou se realmente tem algo de errado no meu relacionamento.
Nao sei se eu aguento muito tempo nessa condiçao de me sentir um estranho. Sei que nao é todo momento que da pra ficar se abraçando e beijando afinal nem somos mais adolescentes mas sinto falta desse contato. mas porra tambem quero um pouco de carinho e me sentir amado como era antigamente.
Só espero que um dia as coisas voltem a ser como eram antes, ou que se caso haja algo de errado que me conte logo pra eu dar meu jeito e quem sabe um dia voltar a me sentir amado como antes , mesmo que seja com uma nova pessoa.
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2020.08.06 06:58 keonard A pessoa que eu gosto a anos esta com problemas e eu nao sei oque fazer(longo)

Então eu tenho apenas 17 anos e podem me chamar de keo mesmo Eu prefiro nao falar nomes então vou se referir a ela como L Eu e a L se conhecemos desde os 10 anos de idade(ela é 1 ano mais nova) e desde de quebre conhecemos a gente sempre foi melhores amigos então sempre contamos tudo um pro outro e ela nem sempre teve uma vida fácil e eu nao sei se eu conseguiria no passar pelas situações que eles passou e isso fez eu admirar muito a L e acabei me apaixonando por ela Então a 4 anos atrás eu disse pra ela que eu tava gostando dela mas infelizmente nao era reciproco porem continuamos melhores amigos Mas como um grande sábio um dia disse "Eu amo uma mulher...mas não vou obriga-la a me amar, vou cerca-la com meu amor enquanto...prezo por sua felicidade" Se passou um ano e muitas coisas aconteceram e eu ajudei ela e passamos muito tempo juntos e acabou que ela começou a sentir algo por mim nos começamos a ficar junto Ficamos juntos por uns meses porem ela dizia que nao estava pronta pra um namoro e que seis mta pressão pra els mas por mim tava tudo bem pq eu estava feliz estando com ela...por um tempo La pelo 5 mês que a gente já tava nesse rolo eu acabei querendo algo mais sério e pressionei ela,ela disse que ainda nao se sentia confortável em um namoro e eu acabei desistindo daquilo nos afastamos por um tempo mas nossa amizade era mto forte e voltamos aos sermos melhores amigos...de novo 2 anos se passam e eu vivia uma vida normal de adolescente,saia todo fim de semana,ficava com pessoas em festas,bebias e etc... E ela acabou se envolvendo com um garoto e teve um relacionamento abusivo Nesse começo de ano a gente voltou a se falar com mto mais frenquencia(tínhamos nos afastado no ano passado por nossas vidas estarem indo pra diferentes rumos) e eu acabei indo na casa dela e ela disse que ainda gostava de mim e que ia terminar o namoro de 1 ano e pouco porque ela nao sentia por ele oque sentia por mim e eu beijei ela Desde então a gente voltou a estar juntos porem ela anda muito mal e esta com tendência a falar sobre suicídio e isso me assusta porque pra mim desde a primeira vez que vi ela senti que ela era o amor da minha vida,eu e L criamos plano,traçámos um futuro juntos e agora ela é tudo pra mim e eu nao faço ideia do que fazer se eu perder ela. Ha tempos atrás eu tive um pesadelo onde perdi ela e foi tão horrível o sentimento que acordei passando mal Outra situação foi de que uma Mudrugada dessas ela tinha falado algo sobre estar cansada da vida e sumiu Passei horas tendo crise de ansiedade pensando no que poderia ter acontecido e eu mal sei mais oque fazer nessa situação Mesmo sabendo que ela esta indo em uma psicóloga e tomando remédios nao tô vendo melhora e isso esta me assustando muito.
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2020.08.04 18:28 PatoPatoVai Terminei com minha namorada

Acho que nós dois estamos meio tristes com a situação, mas foi um estendimento mútuo e bastante amigável, acho que não ficaria com ciúmes se ela seguisse em frente logo, nem ela de mim.
Porém isso me faz lembrar do meu primeiro namoro, acho que nunca amei ninguém de um jeito tão desesperado quanto naquela época, ao mesmo tempo que não quero ficar tão dependente assim de ninguém, me pergunto se ainda vou me apaixonar daquela forma de novo por alguém, é capaz que tenha sido apenas por ser namoro de adolescentes, hoje em dia não sinto nada pela pessoa, mas fico até com um pouco de saudades daquele sentimento em si.
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.05 21:54 DeepBluePacificWaves Relatos de um domingo depressivo

Hoje eu acordei como em todos os domingos. Triste, solitário e de folga. Nunca consegui entender o que acontece nesses dias. Não me sinto produtivo, embora saiba que esse é o único dia que tenho para seguir com meus projetos com calma.
Mas hj era diferente. Era o meu dia de preparar o almoço. Após uma manhã preguiçosa jogando Civilization e uma ducha banhada em silêncio, preparei pela primeira vez o meu prato favorito (strogonoff de frango com refrigerante gelado).
Quase errei a receita, que minha mãe me passou mais cedo antes de ir pra igreja, mas com sorte eu já tenho alguma experiência na cozinha pra lidar com essas coisas sem esquentar a cabeça. No final deu tudo certo, embora tivesse medo de que o molho tivesse ficado com muito gosto de tomate.
Preparei a sala de melhor forma que pude (a namorada do meu irmão iria almoçar conosco hj) e deixei o arroz e o molho prontos pra que no hora do almoço pudéssemos sentar e comer. Mas minha família, como sempre, se enrolou na saída da igreja e não me avisaram. Fiquei esperando até quase 15h00 quando todo mundo chegou pra comer.
A comida estava meio fria, mas não me importei muito. Pensei nisso como uma espécie de punição por me fazerem esperar tanto sem ao menos me avisar. Conversa aqui, papo lá e eu fiquei só escutando, como se de longe. O culto foi bem (meus pais ministraram o louvor e passaram a semana inteira treinando os "worships" da igreja), o filho do pastor (que aliás tem o mesmo apelido que eu) não quis ir pra igreja pq não achou ir nessa pandemia e ainda fez bem em criar um climão no grupo lembrando todo mundo do número se mortos e infectados. Meu pai, é claro, não gostou da atitude e acha que ele está sendo imaturo (segundo ele as pessoas precisam sair uma hora). Fico imaginando o que ele pensa de mim, que não saio desde de março, no começo da pandemia.
A conversa se desenrolou de tal modo que chegaram no assunto das "Lembranças da Feliz do Adolescente Padrão™" no acampamento da igreja. Falaram sobre as pegadinhas e as zoeiras, os namoros e as intrigas e tudo mais. Nessa parte me senti mais alienígena possível. Se antes eu não estava no clima pra um almoço de domingo, agora eu estava me culpando por não ter a vida que deveria ter tido. É até estranho pensar que o meu irmão menor se tornou tão normal. Às vezes eu percebo que ele age comigo como se eu fosse mais novo do que ele, como se ele fosse mais maturo pra idade. E embora eu saiba que já sou um adulto com as minhas responsabilidades (emprego e contas pra pagar), às vezes eu me pergunto se isso não é verdade.
Desde antes da pandemia eu sempre me fui uma pessoa muito criativa, mas muito fechada no próprio mundinho. Não é como se eu não quisesse crescer e amadurecer, ou seja, me tornar a melhor forma do que eu posso ser, mas é que muitas vezes eu me pego de volta no meu mundo de sonhos e quando eu em dou conta, já é tarde demais.
Como sempre, eu tive que ser estranho e me afastei das pessoas para tentar entender o que eu estou passando, mas não antes de me contemplar enquanto limpo o almoço de domingo. Minha mãe não achou justo, já que quem cozinha não limpa e foi me ajudar. Ela achou estranho que eu tivesse servido as pessoas e limpado a bagunça, mas eu achei que era responsável pelo almoço de hoje, então eu sinto que não fiz mais do que a minha obrigação.
Agora vou descansar e me preparar psicologicamente para amanhã, quando serei forçado (por conta de circunstâncias foras do controle de qualquer um no momento) a voltar a atender na linha da central de atendimento da minha empresa. Sei que deveria estar grato por estar trabalhando nesse momento tão complicado, mas também que não me darei bem atendendo voz (ainda mais um produto tão cheio de detalhes quanto esse que trabalho), mas quando migrei pro setor de e-mail eu tinha esperanças de que nunca mais precisasse atender um cliente em linha novamente. Mas de novo, ninguém esperava a porcaria de uma pandemia mundial, então acho que a única coisa que eu posso fazer é viver um dia de cada vez.
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2020.07.05 05:31 zer0cu Talarico sem culpa

Eu tinha 1 amigo na juventude q a gente fazia mt pirraça juntos. Ele tinha uma namorada mas eu nunca a olhei c/ outros olhos. Namorada de final de semana. Era assim os namoros na nossa época. Geralmente os pais n deixavam as adolescentes namorar ou sair td hora. Então a gente ia para os soares dançar e lah ficava c/ as minas. Era normal isso
A gente curtia diversos salões de discoteca e ateh em outras cidades. Um dia meu amigo pediu para eu ir em um salão pq a namorada dele estaria lah. Era para mim ficar fazendo cia para ela e cuidando dela para ele enquanto ele ia em outra cidade ficar com outra mina que o pai liberou para ir ao baile. Concordei
Entrei no salão e procurei por ela e encontrei fácil. Ela usava sempre a mesma roupa nas discotecas. Ficamos dançando a noite td. No meio das músicas disco sempre tinha as músicas lentas. Ela convidou p/ dançar pq o namorado estava doente e eu podia dançar com ela. A gente era mt conhecido ali
No meio da dança alguém esbarrou em nos e por coincidência na mesma hora que os rostos estavam frente a frente. Acabamos nos beijando e ficando
Ficamos preocupados e decidimos sair dali pq td mundo conhecia a gente. Fomos p/ uma praça. A gente sentou no banco e começamos nos beijar como se n houvesse amanhã e não haveria mesmo
Peguei nos seios dela sem nenhuma negativa da parte dela e continuamos os beijos e os amassos. Convidei ela p/ irmos na minha casa. Minha mãe estava na minha tia e minha irmã na casa do noivo. E fomos
Chegando em casa fomos direto p/ a cama da minha mãe continuar os amassos. Tirei a blusa dela. Ela era linda de rosto e de corpo. Tirei a calça dela tb e comecei a beijar e massagear aquela xoxota e seios. Uma delícia. Fui puxando a calcinha e beijando aquela buceta enquanto tirava minha roupa
Qnd eu jah estava nu pronto para come-la ela pediu para parar porque ainda era virgem. Fiquei frustrado sem saber o que fazer mas não insisti. Cai na real no problema q aquilo seria e coloquei minha roupa e ela a dela. Por coincidência minha irmã também chegou. Meu cunhado foi ateh o quarto e olhou p/ a gente. Tudo normal pq a gente estava de roupa
Fui levar ela em casa. 20 minuto de caminhada. Próximo da casa dela paramos pq eu n podia levar ela ateh lah. Começamos a beijar de novo ela enfiou a mão na minha calça de elástico, igual um moletom soh q tecido mais fino e me punhetou bem gostoso enquanto me beijava. Gozei ali naquele murinho da escola. Acho q foi a melhor pegada no meu pau q recebi ateh hj
Durante a semana n encontrei meu amigo em nenhum dia. Ele sumiu. Nos encontramos na frente da discoteca e ele puxou uma escarrada e guspiu próximo de mim. Percebi q n éramos mais amigos e toquei minha vida sem ele e nunca mais o vi
Eles terminaram e logo em seguida ela casou com um cara bem mais velho q traía mt ela. Ela sumiu da cidade. Uma pena pq se a gente tivesse transado naquela noite estaríamos juntos ateh hj. Ou mortos
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2020.07.03 07:56 rVonyon Sogro kuzao

Vou tentar ser breve no relato, mais tem coisas que eu tenho que explicar senão o resto não faz muito sentido. Namoro com ela a 1 ano e 4 meses, nesse tempo fui na casa dela uma 10 vezes no max, passando sempre menos de meia hora.O motivo = o pai kuzão
Mais quando eu falo kuzão, é kuzão mesmo, o cara sempre me esnobou, das vezes que nos cruzamos o maluco fez questão de me fazer eu me sentir um *****, me humilhar e tripudiar. Além do fato de eu comer a filha dele, o outro motivo pelo qual ele me odeia é aquela clássica diferença de classe, quem assistiu algumas das 30 temporadas de malhação manja como é. Não sou pobrão master, mais meu trabalho não é la essas coisas, e eles são de família rica,gerações e gerações de engenheiros e tal, rios de grana.Como a filha dele foi se apaixonar por mim? Outros 500. O maluco achar que eu to ali por causa do dinheiro já é um motivo escroto,tendo em visto que a filha é linda,até se fosse favelada eu olharia do mesmo jeito,mais [email protected], FAZ MAIS DE UM ANO,custa o maluco levantar bandeira branca e ficar em paz?
Explicada a situação, vamos aos fatos- Minha família foi viajar pra casa de uns parentes,eu trabalho,não pude ir.Quando você namora,e sua namorada não curte seus amigos, inevitavelmente você se afasta dos caras, é o famoso "ou eles ou eu" Sem família,distante dos amigos,não tinha outra alternativa a não ser ficar com ela. Eu odiei a ideia, lógico, mais ela insistiu, disse que não tinha problema e que tudo ia acabar bem, Ô. A mãe dela não é necessariamente uma [email protected] rica,sempre me tratou com educação, a mesma educação que ela tem com os empregados, mais ok. Tem uma irmã também, mais é adolescente rica autista, não esboça emoção, não é gata e não faz diferença, só citei porque ela também estava na mesa.
A TRETA- Vamos pular pra ceia, Já podem imaginar que o sogrão "gente boa" além de não olhar na minha cara, fez questão de mandar indiretas,a fim de humilhar este ****** que vos fala. Começou aquela palhaçada depois da meia-noite, começou o que eu vou chamar de rage-time: Primeiro rage-time: A empregada servindo todo mundo,chegou na minha vez ele INTERROMPEU a mulher,falou pra ela deixar os negocios em cima da mesa lá que eu sabia me servir sozinho, que tava acostumado com self-service. Imagina aí já minha cara de lixo. Minha namorada,que não enfrenta o pai, fez um olhar de tristeza e me serviu, eu pensei em outras coisas, tentei relevar. Segundo rage-time: Meu telefone tocou,minha mãe querendo dar feliz natal,fui atender na inocência,ele deu UM SOCO na mesa, -VOCÊ NÃO SABIA QUE ISSO É FALTA DE EDUCAÇÃO NÃO ? "MALANDRO". Essa minha mãe ouviu,levantei da mesa e fui falar com ela,voltei,ele tinha tirado meu prato da mesa (rs) A essa altura, vocês já imaginam o quão **** eu tava, [email protected] a ceia, [email protected] tudo, nem fome eu tinha mais. Minha namorada empurrou discretamente o prato dela pra mim, disfarçando perguntou quem era, falei baixinho que era minha mãe. Rage-time final:O filho da **** TINHA que fazer piadinha com a minha mãe né caras, Quando ele ouviu fez o comentário, dessa vez direto pra mim: -E a patroa da sua mãe deixa ela ligar pra celular? é muita folga, aqui empregada folgada assim comigo se *. Não dava mais, eu ia me sentir um ** pro resto da vida se eu não quebrasse os dentes daquele maluco ali mesmo Tá bom que ia acabar o namoro, ta bom que eu também podia apanhar,que ia acabar com o natal da família,mais ofender assim alguém que nem ta ali pra se defender, alguém que eu sei que dá um duro do ******* pra viver ser motivo de gracinha pra quele lixo de pessoa. Toquei o *-se,não lembro exatamente as palavras porque tava muito nervoso mesmo,mais foi mais ou menos isso: -ESCUTA AQUI Ô SEU MONTE DE **,VOCÊ QUERER TIRAR COM A MINHA CARA JÁ DURANTE UM ANO É UM BOM MOTIVO PRA EU TE QUEBRAR,AGORA OFENDER A MINHA MÃE SEM MAIS NEM MENOS. Nessa ele me interrompeu simplesmente gritou -FALA BAIXO SEU FAVELADO e jogou o copo em mim,pegou no meu braço. Imagina o caos que tava essa mesa, minha namo tentando me segurar,a esposa puxando ele, a outra louca autista chorando, Eu naquele ódio já tava disposto a matar ele ali mesmo.Ele veio,dando a volta na mesa igual um touro pra me pegar, eu firme encarando ele,enquanto ele vinha eu via a janela da sala de jantar grande de fundo Vi o que parecia ser uma aeronave não tripulada pequena passando rápido, logo atrás uma especie de exoesqueleto metálico armado com uma metralhadora, de repente, um estrondo ensurdecedor seguido de um clarão. Era o início da era das máquinas.
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